SÁBADO - 19/05/12 ÀS 12:20 NO GINÁSIO DE ESPORTES TANCREDO NEVES (TANCREDÃO)
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CONTO COM VOCÊS!
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Campeão olímpico do salto triplo nos Jogos de Atenas, em 2004, o sueco Christian Olsson anunciou sua aposentadoria nesta segunda-feira. Na semana passada, o atleta de 32 anos havia abandonado os treinamentos nos Estados Unidos por causa de dores no pé direito e a expectativa era que confirmasse sua desistência da Olimpíada de Londres. Mas decidiu encerrar a carreira de vez após seis anos lutando contra problemas físicos.
Christian Olsson ficara fora dos Mundais de 2007 e 2009 e das Olimpíadas de Pequim, em 2008, por causa de lesões. No ano passado, o sueco terminou em sexto lugar na final do salto triplo no Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, sua primeira participação numa grande competição desde a vitória no Campeonato Europeu de 2006. Mas o esforço trouxe novos problemas, e o saltador teve de ser submetido a mais uma cirurgia no pé no fim do ano.
O grande momento da carreira de Olsson aconteceu na Olimpíada de Atenas, quando ele conquistou a medalha de ouro com a melhor marca de sua carreira (17m79). Quatro dos seis saltos do sueco naquela final foram melhores do que o resultado do segundo colocado, o romeno Marian Oprea. Olsson também foi campeão mundial em 2003, em Paris, e venceu por duas vezes o Mundial de pista coberta (em 2003 e 2004).
- Ele esteve próximo de tomar essa decisão por algumas vezes, mas sempre mudara de ideia. Após deixar os treinamentos nos Estados Unidos, Christian decidiu que iria passar por novos exames, mas no fim de semana mudou de ideia. Ele sentiu que não dá mais, que não dava mais para insistir - afirmou o empresário de Olsson, Daniel Wessfeldt.
Olsson anunciou o fim da carreira em comunicado à imprensa sueca nesta segunda.
Hoje é um dia tão especial
Pra você
Que não dá pra esquecer
Em vez de comemorar eu queria te agradecer
Por tudo o que me fez
Você me viu nascer, crescer e andar
E a cada passo meu cuidava de mim
Me ensinou tudo o que eu sei
E muito mais
E agora é hora de dizer o que aprendi
Minha mãe
O que passou por mim ninguém vai passar
Minha mãe
Eu sei o que sofreu por mim sem reclamar
Você daria a vida por mim
Só pra me defender
Faria qualquer coisa por mim sem se arrepender
Esse é o dom de amar que Deus te deu

Um exame de rotina jogou uma bomba no colo de Wagner Domingos em 2011. Com um câncer na bexiga, o recordista brasileiro do lançamento de martelo precisaria operar com urgência e interromper os treinamentos para o Pan de Guadalajara. O pernambucano ainda conseguiu voltar ao campo a tempo de competir no México, mas reencontrou sua melhor forma apenas no início deste ano. Recuperado da doença, ele garante que tirou uma grande lição do episódio. E que canalizou todo o aprendizado para superar ainda mais os próprios recordes.
Apenas mês de abril, o "Montanha", como é conhecido, fez duas vezes a melhor marca do país na modalidade. Primeiro marcou 72,38m e, no meeting seguinte, em Varazdin, na Croácia, bateu o próprio feito em mais trinta centímetros.
- Há males que vem para o bem. Eu era um antes, e agora sou uma pessoa nova. Estou muito mais forte mentalmente. Depois de descobrir a doença, passei a acordar a cada dia pensando apenas em ser uma pessoa melhor, um esportista ainda melhor do que no dia anterior. Trabalho com ainda mais garra para ampliar os meus limites.
Noivo há dois anos de Laila Ferrer, atleta cearense do lançamento de dardo, o pernambucano afirma que o apoio da companheira foi fundamental para que ele vencesse a fase difícil. Sem demonstrar receio de que a doença pudesse evoluir, Laila o incentivou em todas as fases do tratamento e, depois, para voltar a competir em alto nível.

- Ela não fraquejou e sempre esteve do meu lado. Quando se descobre uma doença grave, é muito comum as pessoas falarem com você com pena. É a pior coisa. O que a gente precisa é de alguém para nos apoiar. Ela foi muito forte e o tempo todo falava que eu ia superar, que seria passageiro. Me ajudou demais.
No GP de Uberlândia, terceira etapa do “Brazilian Athletics Tour 2012”, Wagner terá o cubano Roberto Janet e o chileno Roberto Sáez como principais adversários. A prova de lançamento de dardo abre a programação, às 8h deste domingo. A Rede Globo transmite o evento ao vivo, dentro do Esporte Espetacular, direto da pista do Sesi Gravatás.

Pelo
regulamento, apenas quem completa a Maratona de Londres em até 24
horas tem direito a receber uma medalha de participação. Como levou
16 dias para completar o percurso com a ajuda de um exoesqueleto,
Claire Lomas não levaria a lembrança de seu feito para casa. Mas,
graças à mobilização de outros atletas, a britânica ganhou nada
menos que 14 medalhas.
Diante
da recusa dos organizadores em abrirem uma exceção e darem a
medalha para Claire, milhares de comentários nas redes sociais
reprovaram a atitude, incluindo ícones do esporte, como o
ex-jogador de tênis Tim Henman e o corredor Ellie Steves. Os
protestos mobilizaram também outras pessoas que completaram a
maratona, e algumas delas presentearam a britânica.
-
Quando eu comecei o desafio, nunca foi minha prioridade para
receber uma medalha, como eu sabia desde do começo que eu não iria
ter. A minha campanha foi sempre para o levantamento de fundos para
sensibilização da pesquisa espinhal. Fui completamente dominada
pelo apoio do público, particularmente por aqueles atletas que
doaram suas medalhas para mim. Agora tenho 14! Essas medalhas
significam muito para mim, mais do que qualquer reconhecimentos dos
organizadores da prova – disse.

A britânica, de 32 anos, perdeu o movimento das pernas em 2007 após cair de um cavalo. O sistema que ela utiliza para se locomover, também conhecido como traje biônico, possui suportes motorizados e sensores que detectam o balanço do corpo, permitindo que ela caminhe com o auxílio de muletas. Por dia, nas últimas duas semanas, Claire percorreu cerca de três quilômetros até completar os 42 da maratona.
Com um acompanhante durante a maior parte do trajeto, a britânica foi acompanhada por centenas de pessoas nos últimos metros. Apesar do esforço e das 14 medalhas doadas, o feito não aparecerá nos registros oficias da competição.
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